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domingo, 2 de agosto de 2009

[autodefesa energética 3] - os 7 chakras principais do holochakra hominal


O Homem é energia condensada que tem a sua origem na infinitude cósmica e que, depois de passar por diversos planos modeladores, se materializa segundo a ordem genética pré-estabelecida.
Do mesmo modo que o planeta tem os seus filtros de protecção, os seres vivos têm os seus sendo que o Homem é o único ser vivo que pode modelar tais filtros.
Falarei noutro momento dos diferentes filtros do Homem, também chamados de Corpos Energéticos. Hoje, pela importância que têm na saúde e bem-estar, vou-me dedicar apenas aos chakras. São o único elemento energético que têm correspondência no organismo; são eles que modelam a energia externa fazendo-a coincidir com a interna através dos plexos nervosos do sistema nervoso autónomo (SNA, simpático e parassimpático) acabando por influenciar a fisiologia de órgãos e glândulas (http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/chacras11.htm) e serem responsáveis por algumas (muitas) doenças (distúrbios energéticos).
O bom de toda esta situação é que o homem pode cuidar destes centros energéticos cuidando da sua saúde, bem-estar e qualidade de vida.
Ressalvo desde já a necessidade de, antes de qualquer trabalho auto-energético, fazer-se um circuito fechado de energias até se estabelecer o estado vibracional (EV) sendo ainda recomendável fazer-se de seguida uma exteriorização igualmente de energias (conforme explicarei numa postagem futura) para garantia da qualidade energética do ambiente onde se está.
Porque há muita informação disponível sobre os chakras, considero mais eficaz a visualização dos vídeos a seguir:
- nos dois primeiros há uma explicação simples e geral;
- no terceiro vídeo, Deepak Chopra fala-nos da cor e do som de cada chakra;
- nos 3 seguintes há uma abordagem ligeiramente filosófica;
- usando-se o sétimo vídeo, e com os conhecimentos dos anteriores, pode fazer-se um exercício de tomada de consciência, equilibrio e energização do holochakra que, conforme refere Deepak Chopra no terceiro vídeo, em circunstâncias de carencia de tempo requere apenas 3 minutos.




















EXERCÍCIO PARA OS CHAKRAS:

comece por colocar sua atenção no chakra base, com vértice no períneo. Preste atenção à imagem (que pode ver abaixo, e que pode imprimir para ter à mão) e, com os olhos concentrados nela, vocalize o mantra LAM sentindo o seu corpo vibrar nessa zona. Depois de alguns instantes, acrescente ao exercício uma visualização mental de um vórtice vermelho rodando para a direita (sentido horário), caso seja homem, ou para a esquerda (sentido anti-horário), caso seja mulher.
Seguidamente faça o mesmo para cada um dos restantes chakras tomando em conta que o sentido de rotação dos chakras se alterna de chakra para chakra, caracterizando o homem e a mulher de modo diferente à complementação das energias em cada âmbito da vida:
  • 2º chakra - cor-de-laranja, o mantra é VAM, roda para a esquerda, nos homens, e para a direita, nas mulheres
  • 3º chakra - cor amarelo, mantra RAM, roda para a direita, nos homens, e para a esquerda, nas mulheres
  • 4º chakra - cor verde, mantra YAM (algumas escolas usam o som PAM), roda para a esquerda, nos homens, e para a direita, nas mulheres
  • 5º chakra - cor azul, mantra HAM (h aspirado), roda para a direita, nos homens, e para a esquerda, nas mulheres
  • 6º chakra - cor azul-anil (índigo), mantra OM (algumas escolas usam o som SHAM), roda para a rotação para a esquerda, nos homens, e para a direita, nas mulheress
  • 7º chakra - as 7 cores do arcoíris com predominância da cor violeta, não tem mantra, é silêncio, embora algumas escolas usem aqui o mantra OM/AUM, roda para a direita, nos homens, e para a esquerda, nas mulheres
com o tempo será capaz de visualizar os sete chakras em simultâneo, vendo e ouvindo mentalmente a cor, o mantra e o sentido da rotação de cada um deles.
A razão do sentido oposto da rotação dos chakras no homem e na mulher tem a ver com a necessidade de complementação das energias no âmbito da vida e na manutenção do equilíbrio do TAO:
  • - a rotação para a direita é preponderantemente de qualidade masculina, denominada de "Yang", é criadora, expansiva, representa a vontade, a atividade e, na sua forma negativa, agressividade e violência.
  • - a rotação para a esquerda é de qualidade feminina, denominada de "Yin", representa concordância, recetividade e, na sua manifestação negativa, a fraqueza.
A razão da alternância do sentido da rotação prende-se ao fato de qualquer um de nós ser masculino e feminino num mesmo corpo e alma. Daí a necessidade de, sem perda das características marcantes do sexo de cada um, haver um equilíbrio das qualidades "yin" e "yang" em cada um de nós.
Note-se que nos chakras onde o homem é "Yang" (1º, 3º, 5º e 7º), mais masculino, a mulher é "Yin", mais feminina, e nos que a mulher é "Yang" (2º, 4ª e 6º), mais masculina, o homem é "Yin", mais feminino. A esta alternância corresponde a diferenciação de desempenho bio-fisiológico, emocional e social de cada ser na sociedade. Curioso ainda observar na sociedade as consequências de inversão da polaridade dos chakras. Por muito alarido que se faça, o Homem não pode ir contra a Criação. Deus não lançou os dados ao acaso!

Viva uma vida feliz porque a FELICIDADE não é o «objetivo», é o CAMINHO!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

[autodefesa energética 4] - OLVE - Oscilação Longitudinal Voluntária das Energias / ESTADO VIBRACIONAL (EV)

A vida é uma batalha e cada vez mais a saúde e o bem-estar físico, mental e psíquico dependem da autodefesa energética, também por vezes denominada de autodefesa psíquica mas que não é a mesma coisa. Hoje quero mesmo é falar da autodefesa energética!

Uma das piores lutas que o homem tem pela sua frente é o combate às energias negativas (considere-se energia negativa a energia cuja vibração incomoda, ou prejudica mesmo, o indivíduo; uma energia pode ser negativa para uma pessoa mas não o ser para outra). Por vezes luta-se contra um cansaço cuja causa nem sempre se conhece; outras vezes luta-se contra a doença física, que nem sempre é física; outras vezes luta-se contra a doença mental, que nem sempre é mental; outras vezes ainda, luta-se contra a doença espiritual, que nem sempre é espiritual.
As energias, tanto as positivas quanto as negativas, afetam o campo energético dos seres vivos - plantas, animais e pessoas - e a sua vida. Uma vez entradas no campo energético de cada ser, afetam-no a nível emocional, mental, físico e mesmo espiritual, podendo ser causa da sua dessoma (morte, desencarnação) e, no caso do homem, em alguns casos, não sem antes provocarem a desorganização pessoal, familiar, social e mesmo laboral.
Não importa a este nível a origem dessa energia mas convém saber que elas podem ser do próprio afetado bem como de outras pessoas e mesmo do ambiente (que não deixam de não ter origem no homem). O homem é o único ser capaz de criar energias negativas que, uma vez lançadas no Universo (e basta o pensamento para as lançar - o pensamento é o primeiro nível da criação; segue-se-lhe o sentimento e por fim a palavra), aí ficam tempos infinitos dando voltas até serem resgatadas por quem as criou ou por quem as recicle pela recitação de decretos da lei do perdão e da purificação.

Quando há a presença dessas energias, nem só o afetado é vítima. Todos que com ele privam, sofrem. O ambiente que ele frequenta desiquilibra e afeta outros seres que porventura aí haja, vivam ou passem - plantas, animais e pessoas.
Perante este quadro é conveniente que cada pessoa promova a sua autodefesa energética. Da mesma forma que o homem é o único ser capaz de criar energias negativas, também ele é o único capaz de criar campos energéticos positivos; os outros seres, plantas e animais, apenas absorvem energias e, ou têm resistência e sobrevivem ou morrem.

O homem promove a sua autodefesa energética pela prática diária (sempre que necessário e até umas 10 a 20 vezes ao dia) do chamado OLVE (oscilação longitudinal voluntária das energias), chegando ou não ao estado vibracional (EV). Permitam-me aqui uma chamada de atenção: nem o OLVE nem o EV substituem a meditação, nem esta iguala o EV. A mobilização de energias e a meditação são duas coisas distintas, apesar de em ambas poderem trabalhar as energias.
O EV é uma condição técnica de aceleramento das vibrações do corpo humano conseguido pelo OLVE, dinamização máxima das energias do holochakra (campo energético do corpo físico) e do psicossoma (campo emocional da conscin, consciência intrafísica) através da impulsão da vontade a fim de escaparem às vibrações lentas do corpo físico humano.

COMO FAZER O OLVE
- comece por se sentar numa posição confortável, com os olhos naturalmente fechados, sem os pressionar e com as pálpebras naturalmente encostadas ao de leve.
- faça umas 3 a 5 inspirações profundas, segure o ar por uns instantes e, sem forçar, expire lentamente . . . lentamente . . . relaxe por completo.
- visualize o seu duplo etéreo e a energia dos seus 9 chakras principais aí manifestada (aos 7 mais comuns junte os palma e os plantochakras).
- transporte para baixo dos seus pés, até cerca de 20 a 30 cm abaixo, toda a energia do seu holochakra (a energia dos seus chakras) e exponencie-a criando aí uma bola de fogo de energia de cor dourada de diametro ligeiramente superior ao do seu corpo físico.
- quando sentir bem essa bola de fogo por baixo dos seus pés, traga-a até uns 20cm acima da sua cabeça para iniciar aí um movimento de longitudinal de sobe e desce por todo o seu corpo, desde/até cerca de 20cm abaixo dos pés até/desde 20cm acima da cabeça, imprimindo-lhe um ritmo tão acelerado quanto lhe for possível.
- o volume e a densidade da bola e a velocidade do movimento determinarão a qualidade do seu OLVE. Quanto maiores forem, melhor. Imagine que está a sacudir um cobertor para lhe tirar o pó. Com movimentos suaves e lentos, é mais que certo ficar na mesma; se quer resultados eficazes tem que ter movimentos fortes e rápidos. Assim é para que o seu OLVE resulte e as energias negativas se soltem.
- permaneça em OLVE no mínimo por uns 3 a 5 minutos, mas não o faça se sentir desconforto. Repita sempre que precisar e até 20 vezes ao dia.
- termine o OLVE desacelerando o movimento longitudinal de sobe e desce, absorvendo a energia da bola pelo seu holochakra até à sua absorção total. Respirando fundo, comece a sentir o ambiente à sua volta, sinta o seu corpo . . . abra os olhos lentamente . . . espreguice-se . . . movimente-se ainda sentado . . . erga-se lentamente e volte a espreguiçar-se e a movimentar-se antes de retomar a sua atividade habitual.

É natural sentir calor e formigamentos ao longo do OLVE; sensação de frio e dores de cabeça desaparecem; a sua energia, a sua saúde irão melhorar.

Este é um exercício a fazer com preparação, o que nem sempre é fácil nem prático. Recomendo que o treine com persistência. Mas porque é necessário proteger-se de energias negativas que andam no ambiente, recomendo-lhe que APRENDA DESDE JÁ a criar o seu «escudo dourado» para o momento-a-momento, uma ou outra situação de emergência ou em caso de dificuldade ou impossibilidade em estabelecer o OLVE conforme acabado de explicar e que irá praticando à sua medida, sem pressão.