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quarta-feira, 20 de maio de 2009

[autodefesa energética 4] - OLVE - Oscilação Longitudinal Voluntária das Energias / ESTADO VIBRACIONAL (EV)

A vida é uma batalha e cada vez mais a saúde e o bem-estar físico, mental e psíquico dependem da autodefesa energética, também por vezes denominada de autodefesa psíquica mas que não é a mesma coisa. Hoje quero mesmo é falar da autodefesa energética!

Uma das piores lutas que o homem tem pela sua frente é o combate às energias negativas (considere-se energia negativa a energia cuja vibração incomoda, ou prejudica mesmo, o indivíduo; uma energia pode ser negativa para uma pessoa mas não o ser para outra). Por vezes luta-se contra um cansaço cuja causa nem sempre se conhece; outras vezes luta-se contra a doença física, que nem sempre é física; outras vezes luta-se contra a doença mental, que nem sempre é mental; outras vezes ainda, luta-se contra a doença espiritual, que nem sempre é espiritual.
As energias, tanto as positivas quanto as negativas, afetam o campo energético dos seres vivos - plantas, animais e pessoas - e a sua vida. Uma vez entradas no campo energético de cada ser, afetam-no a nível emocional, mental, físico e mesmo espiritual, podendo ser causa da sua dessoma (morte, desencarnação) e, no caso do homem, em alguns casos, não sem antes provocarem a desorganização pessoal, familiar, social e mesmo laboral.
Não importa a este nível a origem dessa energia mas convém saber que elas podem ser do próprio afetado bem como de outras pessoas e mesmo do ambiente (que não deixam de não ter origem no homem). O homem é o único ser capaz de criar energias negativas que, uma vez lançadas no Universo (e basta o pensamento para as lançar - o pensamento é o primeiro nível da criação; segue-se-lhe o sentimento e por fim a palavra), aí ficam tempos infinitos dando voltas até serem resgatadas por quem as criou ou por quem as recicle pela recitação de decretos da lei do perdão e da purificação.

Quando há a presença dessas energias, nem só o afetado é vítima. Todos que com ele privam, sofrem. O ambiente que ele frequenta desiquilibra e afeta outros seres que porventura aí haja, vivam ou passem - plantas, animais e pessoas.
Perante este quadro é conveniente que cada pessoa promova a sua autodefesa energética. Da mesma forma que o homem é o único ser capaz de criar energias negativas, também ele é o único capaz de criar campos energéticos positivos; os outros seres, plantas e animais, apenas absorvem energias e, ou têm resistência e sobrevivem ou morrem.

O homem promove a sua autodefesa energética pela prática diária (sempre que necessário e até umas 10 a 20 vezes ao dia) do chamado OLVE (oscilação longitudinal voluntária das energias), chegando ou não ao estado vibracional (EV). Permitam-me aqui uma chamada de atenção: nem o OLVE nem o EV substituem a meditação, nem esta iguala o EV. A mobilização de energias e a meditação são duas coisas distintas, apesar de em ambas poderem trabalhar as energias.
O EV é uma condição técnica de aceleramento das vibrações do corpo humano conseguido pelo OLVE, dinamização máxima das energias do holochakra (campo energético do corpo físico) e do psicossoma (campo emocional da conscin, consciência intrafísica) através da impulsão da vontade a fim de escaparem às vibrações lentas do corpo físico humano.

COMO FAZER O OLVE
- comece por se sentar numa posição confortável, com os olhos naturalmente fechados, sem os pressionar e com as pálpebras naturalmente encostadas ao de leve.
- faça umas 3 a 5 inspirações profundas, segure o ar por uns instantes e, sem forçar, expire lentamente . . . lentamente . . . relaxe por completo.
- visualize o seu duplo etéreo e a energia dos seus 9 chakras principais aí manifestada (aos 7 mais comuns junte os palma e os plantochakras).
- transporte para baixo dos seus pés, até cerca de 20 a 30 cm abaixo, toda a energia do seu holochakra (a energia dos seus chakras) e exponencie-a criando aí uma bola de fogo de energia de cor dourada de diametro ligeiramente superior ao do seu corpo físico.
- quando sentir bem essa bola de fogo por baixo dos seus pés, traga-a até uns 20cm acima da sua cabeça para iniciar aí um movimento de longitudinal de sobe e desce por todo o seu corpo, desde/até cerca de 20cm abaixo dos pés até/desde 20cm acima da cabeça, imprimindo-lhe um ritmo tão acelerado quanto lhe for possível.
- o volume e a densidade da bola e a velocidade do movimento determinarão a qualidade do seu OLVE. Quanto maiores forem, melhor. Imagine que está a sacudir um cobertor para lhe tirar o pó. Com movimentos suaves e lentos, é mais que certo ficar na mesma; se quer resultados eficazes tem que ter movimentos fortes e rápidos. Assim é para que o seu OLVE resulte e as energias negativas se soltem.
- permaneça em OLVE no mínimo por uns 3 a 5 minutos, mas não o faça se sentir desconforto. Repita sempre que precisar e até 20 vezes ao dia.
- termine o OLVE desacelerando o movimento longitudinal de sobe e desce, absorvendo a energia da bola pelo seu holochakra até à sua absorção total. Respirando fundo, comece a sentir o ambiente à sua volta, sinta o seu corpo . . . abra os olhos lentamente . . . espreguice-se . . . movimente-se ainda sentado . . . erga-se lentamente e volte a espreguiçar-se e a movimentar-se antes de retomar a sua atividade habitual.

É natural sentir calor e formigamentos ao longo do OLVE; sensação de frio e dores de cabeça desaparecem; a sua energia, a sua saúde irão melhorar.

Este é um exercício a fazer com preparação, o que nem sempre é fácil nem prático. Recomendo que o treine com persistência. Mas porque é necessário proteger-se de energias negativas que andam no ambiente, recomendo-lhe que APRENDA DESDE JÁ a criar o seu «escudo dourado» para o momento-a-momento, uma ou outra situação de emergência ou em caso de dificuldade ou impossibilidade em estabelecer o OLVE conforme acabado de explicar e que irá praticando à sua medida, sem pressão.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Não estamos sós!






Nunca estamos sós e os estados de saúde e de doença espelham o facto; são muitas das vezes o resultado desse acoplamento!





Todos os pensamentos, atitudes, ações, emoções, intenções, angústias, fobias e alegrias representam energias
(recordar que o pensamento é um PENSENE, pensamento + sentimento + energia), que de certa forma gravitam em torno do psiquismo humano, sendo os de teor vibracional negativo em quantidade maior devido à inferioridade relativa do ser humano na atualidade. Se essas energias atingirem a estrutura subtil do psicossoma - campo energético envolvente do corpo físico - são suscetíveis de criarem bloqueios energéticos que se farão notar no corpo físico como enfermidade ou estados patológicos catalogados como doenças pela medicina física.

O indivíduo é um todo: físico, emocional, espiritual e social. Tratando o sintoma, e não a causa, crer-se-á que o mal desapareceu. Porém, ele apenas mudou de lugar! Segundo o vitalismo, a supressão de um sintoma, se bem que necessária, é arriscada, porque a doença tende a aprofundar-se escolhendo órgãos mais importantes (vitais) para se voltar a manifestar.

Disfunções de moral e desvios da prática de preceitos morais contribuem também para o acoplamento no psicossoma de energias destabilizadoras do equilíbrio energético indispensável à saúde e ao bem-estar físico, emocional, espiritual e social que, em situação de doença, ou não, requerem reparação quanto antes.

Àcerca da força e da qualidade do pensamento, matéria nem sempre considerada com a devida seriedade por falta de elementos avaliadores ao conhecimento da ciência atual, deixo-vos o que o espírito de Joseph Gleber disse um dia:
"o pensamento é a base de ação que desperta forças e possibilidades consideradas impossíveis para os cientistas e sábios da Terra.", in Medicina da Alma de Robson Pinheiro, 2ª edição, Casa dos Espíritos Editora.

(Joseph Gleber, físico e médico que, junto com outros cientistas, foi encarregue pelo governo do III Reich em estudar a construção de uma bomba nuclear. Durante a sua investigação, Gleber visionou a capacidade de destruição dessa bomba e, depois de muito ponderar e de muitas lutas íntimas, resolveu protelar a entrega dos seus resultados de modo a impedir que a Alemanha obtivesse o domínio da bomba atómica, arma com que Hitler esperava dominar o mundo. Com a sua atitude, que outros menos avisados não tiveram mais tarde, Joseph Gleber evitou a morte a milhões de vidas inocentes sacrificando-se a si e à sua família, mulher e dois filhos.
Joseph Gleber, mulher e filhos foram cremados vivos em 13 de abril de 1943 num dos muitos fornos crematórios do III Reich de Hitler, que graças a este ato não logrou muitos dos seus
fratricídios alienados intentos das suas iniciativas. )